quinta-feira, 4 de junho de 2026

Seu Melhor Eu: A Verdade Que Ninguém Te Conta Sobre a Opinião dos Outros

 

Seu Melhor Eu: A Verdade Que Ninguém Te Conta Sobre a Opinião dos Outros

Por Fernando Vieira Filho

As pessoas não enxergam você exatamente como você é; elas enxergam você através das lentes de suas próprias experiências, crenças, emoções e expectativas. Por isso, para alguns você parecerá mais amável, inteligente ou carismático; para outros, talvez menos. A percepção humana não é uma fotografia fiel da realidade, mas uma interpretação construída pela mente.

A própria ciência confirma isso. Estudos da psicologia cognitiva demonstram que nosso cérebro filtra e interpreta as informações de acordo com nossas vivências anteriores, valores e estados emocionais. Em outras palavras, não vemos o mundo como ele é, mas como nós somos.

A imagem de uma pessoa não se forma apenas nos olhos, mas principalmente na mente de quem a observa. E, por mais que tentemos agradar ou convencer os outros, não temos controle sobre os pensamentos, julgamentos ou percepções alheias.

A única pessoa sobre a qual você pode exercer alguma influência real é você mesmo — e, ainda assim, isso exige autoconhecimento, disciplina e esforço contínuo.

Por isso, preocupe-se menos em administrar a opinião dos outros e mais em cultivar sua própria essência. Seja verdadeiro consigo mesmo. Quanto mais autêntico você for, menos versões distorcidas de você precisará sustentar no imaginário das pessoas.

No fim, seu melhor eu não é a versão que recebe mais aplausos, nem a que tenta agradar a todos. Seu melhor eu é aquele que vive em coerência com seus valores, sua consciência e sua verdade interior. A autenticidade continua sendo a forma mais elevada de liberdade e a expressão mais genuína de quem você realmente é.

Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

 • CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora, 2012.

• DIETA DOS SÍMBOLOS – Coautor, 6ª Ed. - Melhoramentos, 2004.

• PSICOFÁRMACOS - Uso, Aplicações, Drogas Deletérias e Interações Medicamentosas.

• PSICOPATOLOGIA - Uma Abordagem Simples e Objetiva, Incluindo Psicopatologias Infantis.

• DEPRESSÃO – A Dor Silenciosa.

• SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach - 2013

• BEBIDA NÃO É BRINCADEIRA - O Alcoolismo – 2013.

• VIVA LEVE - Programa Alimentar das FORMAS GEOMÉTRICAS – 2004.

 

Contato:

• Telefone: (34) 9 9972-4096

• No WhatsApp: https://wa.me/5534999724096

 

Quer Paz? Pare de se importar com o que pensam de você

 

Quer Paz? Pare de se importar com o que pensam de você

 

Por Fernando Vieira Filho

Algo que nunca devemos esquecer: sempre haverá alguém que não gostará de você. E tudo bem.

Permita que as pessoas tenham suas próprias opiniões. Permita que algumas não gostem de você, que o julguem ou façam críticas ao seu respeito. Nem todas precisam fazer parte da sua vida. Você não vive para agradá-las, nem deve moldar sua existência em função do que pensam. Em sua caminhada, mantenha por perto aqueles que reconhecem seu valor, respeitam sua essência e contribuem para o seu crescimento.

Lembre-se também: se falarem mal de você e for mentira, não há motivo para se preocupar. A mentira não altera quem você é. Se for verdade, o que pode ser feito contra a verdade? Nada além de reconhecê-la, aprender com ela e seguir em frente.

Por isso, não permita que a opinião alheia determine sua paz interior. Seja uma crítica ou um elogio, receba ambos com equilíbrio. Nem a crítica destrói quem você é, nem o elogio define o seu valor. Quem vive apenas de aprovação torna-se prisioneiro das expectativas dos outros. Quem tem propósito, ao contrário, encontra dentro de si a direção que precisa.

Siga firme no seu caminho. Faça o bem, mantenha sua consciência tranquila e permaneça fiel aos seus valores. Afinal, a opinião dos outros é passageira; o que realmente importa é a pessoa que você escolhe ser todos os dias.

Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

 • CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora, 2012.

• DIETA DOS SÍMBOLOS – Coautor, 6ª Ed. - Melhoramentos, 2004.

• PSICOFÁRMACOS - Uso, Aplicações, Drogas Deletérias e Interações Medicamentosas.

• PSICOPATOLOGIA - Uma Abordagem Simples e Objetiva, Incluindo Psicopatologias Infantis.

• DEPRESSÃO – A Dor Silenciosa.

• SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach - 2013

• BEBIDA NÃO É BRINCADEIRA - O Alcoolismo – 2013.

• VIVA LEVE - Programa Alimentar das FORMAS GEOMÉTRICAS – 2004.

 

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quarta-feira, 8 de abril de 2026

5 MANEIRAS DE REPROGRAMAR E DIRECIONAR SEU CÉREBRO


5 MANEIRAS DE REPROGRAMAR E DIRECIONAR SEU CÉREBRO

Por Fernando Vieira Filho¹

O cérebro não é “burro” — ele é econômico.
Ele funciona no automático para poupar energia. E quando você aprende a direcionar esse automático, passa a usar a mente a seu favor, não contra você.

A ciência chama isso de neuroplasticidade: a capacidade do cérebro de se reorganizar com base nas experiências, pensamentos e comportamentos repetidos.

Aqui estão 5 formas simples de ativar esse mecanismo:


1 – Sorria, mesmo sem vontade
Ao sorrir, você ativa músculos faciais que enviam sinais ao cérebro. Esse processo, conhecido como feedback facial, pode estimular a liberação de neurotransmissores como dopamina e serotonina, associados ao bem-estar.
Mesmo um sorriso forçado pode começar a mudar seu estado emocional.


2 – Ajuste sua postura de poder por 2 minutos
Ficar em pé, com o peito aberto e respiração profunda, influencia seu estado mental.
Estudos mostram que a postura corporal pode impactar percepção de confiança e redução de estresse, ainda que os efeitos hormonais (como testosterona e cortisol) sejam mais sutis do que se pensava inicialmente.
Seu corpo conversa com o cérebro o tempo todo.


3 – Fale suas metas em voz alta
Quando você verbaliza objetivos, ativa áreas do cérebro ligadas à atenção, linguagem e planejamento.
Isso aumenta o foco e reforça circuitos neurais relacionados à ação.
Afirmações como “estou me tornando mais saudável” ou “estou construindo sucesso” ajudam a direcionar seu comportamento — não por mágica, mas por repetição e foco. Faça na frente de um espelho


4 – Treine o foco por 2 minutos
Olhar fixamente para um objeto e sustentar a atenção, mesmo que por pouco tempo, ativa o córtex pré-frontal, região responsável por concentração, tomada de decisão e autocontrole.
Esse exercício simples funciona como um “treino” para sua mente sair do modo disperso.


5 – Pratique a gratidão, inclusive pelo que está por vir
A gratidão ativa áreas cerebrais ligadas à recompensa e bem-estar, como o sistema dopaminérgico.
Agradecer por antecipação, quando você cultiva esse estado emocional — mesmo antecipando conquistas — você influencia suas escolhas, sua motivação e sua percepção da realidade.


Conclusão
Pode parecer simples demais. Mas não é sobre mágica — é sobre repetição, foco e direção mental.

Seu cérebro aprende com aquilo que você faz todos os dias.
E, com o tempo, aquilo que você pratica… você se torna realidade.

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

 • CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora, 2012.

• DIETA DOS SÍMBOLOS – Coautor, 6ª Ed. - Melhoramentos, 2004.

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terça-feira, 17 de março de 2026

COMO É LIBERTADOR AMAR ALGUÉM MADURO

 


Texto Fernando Vieira Filho¹

Ao longo de anos de experiência na clínica psicoterapêutica, observei algo curioso: uma das sensações mais estranhas que alguém pode viver é sair de um relacionamento caótico e emocionalmente imaturo e entrar em um relacionamento saudável e maduro.

No início, isso pode parecer até desconfortável.

Isso acontece porque, quando alguém vive por muito tempo em relações marcadas por conflitos, tensão e instabilidade emocional, o corpo se acostuma ao estado constante de alerta. O sistema nervoso passa a funcionar como se estivesse sempre diante de uma ameaça.

A psicologia e a neurociência mostram que relações conflituosas mantêm o organismo em um estado prolongado de estresse, com aumento de hormônios como o cortisol e maior ativação fisiológica durante interações e discussões. Esse tipo de dinâmica pode afetar profundamente a saúde emocional e física.

Em relacionamentos imaturos, muitas pessoas vivem pisando em ovos.

Medem palavras o tempo todo. Evitam tocar em determinados assuntos. Tentam prever reações para evitar explosões emocionais.

Qualquer conversa vira briga. Qualquer crítica vira ataque. Qualquer limite vira drama. Com o tempo, a pessoa aprende a se silenciar para evitar conflitos.

A imaturidade emocional costuma seguir um roteiro previsível: alguém explode emocionalmente, diz coisas que ferem, e depois age como se nada tivesse acontecido — sem assumir responsabilidade, sem reparar o dano e, muitas vezes, sem sequer pedir desculpas.

Então, um dia, essa pessoa encontra alguém emocionalmente maduro. E algo inesperado acontece.

Quem viveu por muito tempo no caos emocional estranha a paz. De repente, não há manipulação, jogos psicológicos ou dramas constantes. Você pode conversar sem medo. Pode discordar sem que isso se transforme em uma guerra de egos.
Pode errar sem ser humilhado ou desvalorizado.

No começo, essa tranquilidade pode parecer estranha. Mas, na verdade, é assim que relacionamentos saudáveis funcionam.

A psicologia das relações mostra que vínculos seguros oferecem algo fundamental para o cérebro humano: segurança emocional. Quando uma pessoa se sente respeitada e acolhida em um relacionamento, o cérebro regula melhor o estresse e responde de forma mais equilibrada às dificuldades da vida.

Relacionamentos maduros não eliminam conflitos — porque conflitos fazem parte de qualquer convivência humana. A diferença é que existe respeito. E o respeito muda completamente a experiência de amar.

Quando há maturidade emocional, você não precisa se defender o tempo todo. Não precisa vigiar cada palavra. Não precisa viver em estado de alerta. Você pode simplesmente ser quem é.

E poucas coisas na vida são tão libertadoras quanto isso.

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

 • CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora, 2012.

• DIETA DOS SÍMBOLOS – Coautor, 6ª Ed. - Melhoramentos, 2004.

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quinta-feira, 5 de março de 2026

O CORPO FALA QUANDO A ALMA SE CALA

 

O CORPO FALA QUANDO A ALMA SE CALA

Por Fernando Vieira Filho¹

Vivemos tempos em que muitas pessoas se sentem cansadas, sobrecarregadas e emocionalmente exaustas, sem compreender exatamente a origem desse desgaste. Muitas vezes, o corpo fala aquilo que a alma já não consegue expressar.

Quando emoções são reprimidas, quando dores são silenciadas e sentimentos ignorados, o organismo responde. O corpo registra cada conflito não resolvido, cada medo guardado, cada angústia não acolhida. Nada passa despercebido.

A saúde não é apenas ausência de doença. Ela é resultado de equilíbrio — entre pensamentos, emoções, atitudes e escolhas diárias. Quando esse equilíbrio se rompe, surgem os sinais: ansiedade, tristeza profunda, irritação constante, dores sem causa aparente.

É preciso aprender a escutar a si mesmo. Respeitar os próprios limites não é fraqueza, é sabedoria. Cuidar da mente, do coração e do espírito é tão importante quanto cuidar do corpo físico.

A verdadeira cura começa quando assumimos responsabilidade por nossa vida emocional, quando escolhemos o autoconhecimento, o perdão e a mudança interior. Cada passo consciente nessa direção é um gesto de amor por si mesmo.

Não ignore os sinais. O corpo fala, a alma pede cuidado e a vida convida à transformação.

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

 • CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora, 2012.

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• DEPRESSÃO – A Dor Silenciosa.

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domingo, 15 de fevereiro de 2026

O que acontece quando alguém fuma maconha todos os dias por 30 dias?

 Texto de Fernando Vieira Filho¹

 Desde o primeiro uso, o principal composto psicoativo da cannabis, o THC (tetrahidrocanabinol), atua diretamente no sistema endocanabinoide do cérebro. Ele se liga principalmente aos receptores CB1, abundantes em áreas relacionadas ao prazer, memória, atenção, coordenação motora e tomada de decisão.

 Nos primeiros minutos, pode surgir sensação de relaxamento, euforia e alteração da percepção. Porém, ao mesmo tempo, o cérebro já inicia um processo de adaptação.

Entre o terceiro e o quinto dia de uso diário, começa a surgir tolerância. Estudos de neuroimagem indicam que pode ocorrer redução na disponibilidade dos receptores CB1 — em alguns casos próxima de 15% a 20%. Isso significa que quantidades maiores da substância passam a ser necessárias para produzir os mesmos efeitos.

 Após cerca de duas semanas de uso contínuo, pesquisas associam o consumo frequente a prejuízos na memória de curto prazo e na consolidação de novas memórias. O impacto tende a ser mais significativo em pessoas com menos de 25 anos, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento estrutural e funcional.

 Com o uso diário, o risco de desenvolver transtorno por uso de cannabis aumenta. Dados epidemiológicos indicam que aproximadamente 30% dos usuários frequentes podem preencher critérios para esse transtorno em algum momento da vida. Nesses casos, o consumo deixa de ser apenas recreativo e passa a ocorrer para evitar desconfortos ou manter a sensação de normalidade.

 Após 30 dias de uso contínuo, a interrupção pode provocar sintomas de abstinência, como irritabilidade, ansiedade, alterações do sono, redução do apetite e inquietação. Esses sintomas costumam surgir nas primeiras 24 a 72 horas e podem durar de duas a seis semanas, variando de intensidade conforme o padrão individual de consumo.

 Do ponto de vista respiratório, fumar cannabis expõe o pulmão a partículas irritantes e substâncias tóxicas semelhantes às presentes na fumaça do tabaco, podendo contribuir para inflamação das vias aéreas, tosse crônica e redução da função pulmonar ao longo do tempo.

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

 • CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora, 2012.

• DIETA DOS SÍMBOLOS – Coautor, 6ª Ed. - Melhoramentos, 2004.

• PSICOFÁRMACOS - Uso, Aplicações, Drogas Deletérias e Interações Medicamentosas.

• PSICOPATOLOGIA - Uma Abordagem Simples e Objetiva, Incluindo Psicopatologias Infantis.

• DEPRESSÃO – A Dor Silenciosa.

• SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach - 2013

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